Carros que voam, robôs que são empregados domésticos, máquinas destruidoras da humanidade, guerras intergalácticas, pessoas que se congelam por 20 anos, cachorros robotizados e aeroportos que tem viagens com destino a Marte. Onde está tudo isso? Passaram-se anos e nada foi criado nem muito menos popularizado. Isso e mais um pouco foi extremamente usado nos filmes de ficção científica dos anos 80/90. Eu realmente gostava dessas loucuras cibernéticas, apesar de nunca acreditar que aconteceria algo semelhante. Bom, sinceramente nunca acreditei que essas doideiras poderiam acontecer em 2035, por exemplo.
Talvez o trânsito em São Paulo ficasse melhor se houvesse carros voadores. Uma avenida poderia ser multiplicada por 5. Uma via em cima da outra causaria menos atropelamentos (com exceção dos suicidas que pulam da cobertura dos prédios, que poderiam morrer antes de chegar ao chão), resultaria em mais espaços pros automóveis circularem e deixaria livres as calçadas pros pedestres. Mas, como seriam delimitadas as margens dessas vias? A gente já não dirige muito bem, imagina só se os carros voassem.
E se os carros andassem no piloto automático? Que louco seria ligar o GPS, clicar no destino e estudar pra prova enquanto não chega na universidade. Teria também os taxistas robôs. Todos uniformizados e prontos para nos servir. Bom, mas aí não vejo muita vantagem. Ainda é necessário que haja humanos nesse ofício, pois só com eles rola negociar e chorar para que ele faça aquele precinho camarada: “e aí tem como levar a gente daqui da Ribeira pro Panatis por 25 conto? Pela ponte nova é rapidinho, pô.”
Melhor ainda seria poder pegar um avião (ou nave, sei lá!) pra outro planeta. Não deixo de imaginar com seria poder ir a Marte ou pra Vênus sem precisar trabalhar pra NASA. Só não poderíamos ir para Plutão e pra Lua, pois nenhum dos dois são planetas. Se essa possibilidade não estivesse tão distante, a autora de Os homens são de Marte e as mulheres são de Vênus poderia se aprofundar melhor e fazer uma nova versão do seu livro,onde mostraria estatísticas reais sobre sua teoria. Claro que deveria haver vidas nesses planetas, senão não teria graça. E haveria conversas do tipo:
“- E aí majó, vai pra onde nessas férias?
- Brother, tô pensando em ir pra Marte. Tá rolando umas promoções legais na CVC... É mais barato que ir pra Bariloche. E esse ome?
- Podes crê. Talvez eu vá pra Vênus, quero conhecer melhor as boezinhas de lá.”
- Podes crê. Talvez eu vá pra Vênus, quero conhecer melhor as boezinhas de lá.”
Não poderia esquecer aquela evolução tecnológica já antiga, documentadas pelos nossos grandes cineastas mundiais: a máquina do tempo. Quando será que, de fato, farão uma desses belezuras? Será possível possuir uma dessas e brincar de Deus, podendo voltar ao passado e mudar coisas na nossa vida, e consequentemente na vida alheia? Ou, quem sabe, se meter no futuro e ver coisas mais bizarras ainda? Em De Volta para o Futuro, o pessoal já dá rolé com essas máquinas em 2015. Gente, 2015 tá bem aí. Se não rolar o fim do mundo no próximo ano, não tem desculpa para não tê-la feito ainda. Vamos agilizar o processo.
São tantas coisas pra inventar! Pensando bem, são muitas coisas pra fazer. Porque a maioria dessas lindas máquinas já foi pensada. Os filmes nos ensinaram muitas coisas. Inclusive, que é bem provável que seja os Estados Unidos que irá fazê-la. E claro, se rolar consequências negativas – como o controle das máquinas sobre a humanidade – será o mesmo país quem irá nos salvar do extermínio humano.
No entanto, ando meio decepcionada com essa tecnologia que não faz nada de grandioso. Ela só está preocupada em criar novas versões de Ipads e carros com designers e potências cada vez mais superiores (mas que, pasmem, não voam!). Talvez, tudo isso nunca seja possível. É bem provável que tenhamos sido enganados durante todos esses anos por essas indústrias cinematográficas. Acho melhor eu parar de ver TV e acreditar em coisas mais reais. Até agora, a única solução eficaz pra mim é ter Padrinhos Mágicos. Só eles são capazes de realizar tais feitos.
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